Novos horizontes e novos negócios no mundo da hotelaria e dos resorts

Desde tempos remotos, os investidores buscam modelos de negócio que, adequados a uma margem de risco que possam suportar, garantam a máxima rentabilidade possível. Especialmente em épocas de volatilidade, a busca por propostas reais com possibilidades de rentabilidade atrativa a curto e médio prazo valoriza cada vez mais; ou seja, cada vez mais premiamos, em um mundo em que tudo era para ontem, que o retorno do nosso investimento aconteça, em termos de tempo, quanto antes melhor.
Poderíamos dizer que as apostas mais em voga e consideradas hoje em dia obedecem a três fatores-chave:

O binômio rentabilidade-risco: nada de novo, todo empreendedor que se preze sabe que qualquer projeto envolve risco e que, dependendo do grau desse risco, a rentabilidade varia. Aquilo de “sem risco e máxima rentabilidade” todos sabemos que não existe e nunca deveria ser dito. Uma aposta de baixo risco está inexoravelmente ligada a uma rentabilidade conservadora; uma aposta arriscada traz consigo, se o negócio funcionar, uma rentabilidade atrativa. Encontrar o ponto médio de acordo com o bolso e o temperamento do empreendedor e do investidor (às vezes a mesma pessoa, às vezes não) é sinônimo de acerto e, sobretudo, de sustentabilidade ao longo do tempo.

O ROI: o retorno do capital investido é, ou deveria ser, a diretriz de toda nova ideia colocada em prática. “Quanto tempo vou levar para recuperar o capital inicial e começar a contar lucro líquido?” é uma das perguntas que todo empreendedor/investidor deve se fazer e saber responder sem hesitar; não saber responder a essa questão significa estar construindo um gigante com pés de barro. Para isso, é sempre bom observar como empresas semelhantes fizeram, ou desenvolver um projeto já testado por terceiros e dispor de dados sólidos a respeito.

A TIR: o eixo em torno do qual tudo gira, a taxa interna de retorno é o que fará o dinheiro chegar e fluir, ou o que fará possíveis interessados descartarem um projeto, não pela sua viabilidade, mas pelos ganhos que ele implica diante do investimento a ser feito.

Nenhum projeto que se preze escapa dessas três regras. Haverá mais, mas essas três são o Sancta Sanctorum a se considerar na hora de tomar decisões sérias, além do quão atrativa seja uma ideia. Poderíamos dizer que, se um projeto não tem uma estimativa correta desses três fatores, não é um projeto, é uma boa ideia — e o cemitério dos negócios está cheio de boas ideias, algumas delas sem sequer ter tido a chance de ser executadas. E o mundo dos hotéis e resorts não é exceção.

Dessas três premissas nasce a Skybubbles, uma marca que inicia sua trajetória em 2016 e que hoje já está presente em 4 continentes e em mais de 22 países.

O que são as Skybubbles? De início, poderíamos dizer que é uma forma diferente de interpretar o espaço das hospedagens de luxo.

Partindo de 3 perguntas claras:

Por que 4 paredes precisam nos separar do ambiente ao pensarmos em uma hospedagem?

Por que falar de experiência com a natureza tem que trazer implícita a ideia de abrir mão do conforto?

É possível disruptar em um mundo tão consolidado como o das hospedagens de luxo de hotéis e resorts?

E inspiradas por Walter-Muller, arquiteto francês que impulsionou nos anos 70 uma nova forma de entender a construção clássica, as Skybubbles são um produto puramente visual, difícil de descrever com palavras, já que falar de bolhas como hospedagens de luxo ou experiência inovadora seria falar apenas da ponta do iceberg desse conceito que definitivamente vem para mudar muitas coisas.

Mas voltando ao início do artigo, toda ideia revolucionária é ótima até aterrissar em campo, onde toda a estratégia e o planejamento precisam enfrentar todas as vantagens que, por enquanto, estão previstas apenas em uma planilha do Excel. É aí que, em 2016, os irmãos Rabassa param de pensar e decidem agir.

Os estudos dizem que 95% das marcas que nascem atualmente desaparecem nos primeiros 5 anos; nesses já 6 anos mudando o mundo das hospedagens de alto padrão, a Skybubbles já pode tirar conclusões sobre por que essa marca mostra uma força e uma perspectiva de futuro inebriantes.

Para os irmãos Rabassa, o primeiro passo fundamental, ainda que pareça óbvio, foi definir claramente quem é o cliente deles, uma conclusão a que chegaram através da mistura de previsão e experiência de mercado. Sabem perfeitamente que seus dois clientes-tipo, o que os especialistas em marketing chamam de Buyer Persona, são empreendedores com experiência no setor hoteleiro que buscam uma proposta inovadora e diretores de redes de hotéis de luxo que buscam se diferenciar do resto com algo novo e distinto para oferecer aos seus clientes, já que competir com “o melhor” é cada vez mais complicado. Uma vez que você tem os melhores bufês, os melhores quartos e os melhores passeios ou tours, a escolha do cliente final acaba passando por detalhes — e diferenciar-se no mundo do luxo é cada vez mais difícil!

Uma vez identificado o cliente, o sucesso do projeto passa por responder às três perguntas formuladas no início deste artigo, que esclarecem e dissipam, como só os dados podem fazer, as possíveis dúvidas que um empreendedor possa ter;

O retorno do investimento se dá em 9 meses a partir da compra das Skybubbles e em 6 a partir da comercialização das reservas. Quais são as chaves para um retorno tão rápido? A primeira é a instalação: da encomenda até a comercialização passam-se apenas 3 meses, incomparável com qualquer estrutura de obra nova ou reforma de qualquer edifício adquirido para esse fim. Faturar o quanto antes é a prioridade de quem investe em um novo negócio, e poucos projetos permitem faturar em um período de tempo tão curto.

O binômio rentabilidade-risco é equilibrado, já que o investimento necessário para colocar em marcha um projeto de 4 a 5 skybubbles não é o típico investimento ao alcance de poucos — é bem o contrário. Isso faz com que o risco seja reduzido em comparação com qualquer aquisição de obra ou construção. Por outro lado, a rentabilidade continua sendo o pilar da proposta da Skybubbles, e motivos para se orgulhar disso não faltam: o preço médio por noite fica cerca de 25% acima do de um quarto médio de hotel 5 estrelas, e as reservas das hospedagens superam 80% de média anual nos fins de semana e 60% nos dias de semana. É comum que, nos meses de melhor clima, haja uma espera de 3 semanas a um mês e meio para conseguir reservar uma noite em uma Skybubble.

Por fim, e como ponto-chave da tomada de decisão, a taxa interna de retorno calculada em 5 anos de cada Skybubble é surpreendente, números na mão:

Levando em conta uma média de ocupação de 80% nos fins de semana, 60% nos dias de semana (a média moderada de ocupação real relatada pelos resorts e hotéis que têm skybubbles instaladas e funcionando) e um desconto (alto) de 10% para tarefas de manutenção (limpeza e reparos ocasionais). Somando, como referência, um preço de compra e instalação de 50.000 euros e um preço por noite de 300 euros durante a semana e 500 euros nos fins de semana, as Skybubbles apresentam uma TIR de 12,5%. Sim, isso mesmo, 12,5%; agora somem a isso a possibilidade de venda cruzada… Entendem agora por que há cada vez mais Skybubbles pelo mundo todo?

3 pontos-chave que você deve levar em conta na hora de considerar apostar nas Skybubbles como negócio, porque nem tudo pode ser cor-de-rosa;

  • A localização; que o ambiente seja agradável e bonito é fundamental para que as Skybubbles sejam atraentes e funcionem bem aos olhos do consumidor. Se a fusão de natureza, experiência e conforto não estiver presente, o projeto perde pontos, e isso se notará no número de reservas. É importante dispor de um ambiente adequado. A disposição das unidades também é fundamental, assim como a distância entre elas — a privacidade é absolutamente essencial.
  • Licenças: obter a licença para poder instalar e comercializar as hospedagens é diferente em cada continente, país e município; é importante verificar primeiro se a atividade pode ser desenvolvida antes de qualquer tomada de decisão precipitada. Disso, obviamente, a Skybubbles se encarrega de alertar e avisar os interessados.
  • Financiamento: o produto não vem com financiamento agregado, por isso é importante ter claro o investimento que se quer/pode fazer e conhecer o capital que se deseja financiar junto à instituição financeira do interessado. Ainda assim, o ideal e recomendável é começar por fases, avançando quando a fase anterior (geralmente de 4 a 5 unidades) já estiver consolidada.

Prontos então para inovar e ser rentável? Se a resposta for sim, não hesite em nos contatar.